Vida da Gente

Segunda-feira , 15 de Março de 2010

In the End, there will be only Chaos...

O que eu posso dizer ? É propaganda sim. Eu adoro esse cara...

 


Escrito por Andrea SR às 21h50
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Terça-feira , 02 de Fevereiro de 2010

Fiquei dodói!

Ontem, após uma semana estressante, meu corpo sentiu.

Passei mal o dia todo com dor de cabeça, azia, dor no corpo, formigamento nos dedos. Desconfiada, resolvi ir ao ambulatório médico na empresa em que trabalho para medir a pressão.

A dita estava 130x90. Não é considerada alta pelos médicos, mas para mim estava. A minha pressão fica em torno de 110x70, e além disso, eu estava me sentindo supermal.

Ao longo da tarde, os sintomas só pioraram. Resolvi declinar um jantar com uns estrangeiros que nos visitavam, para ir ao hospital.

Cheguei ao Hospital Metropolitano na Vila Romana, perto de casa, às 19h56. Apesar da enxaqueca terrível e da azia estonteante, me fizeram esperar por mais de 1 hora. E só fui atendida por que "rodei a baiana".

Primeiramente, julguei a médica pela aparência, e não botei fé. Era super jovem e acho que ainda estava na faculdade. Por outro lado, a má impressão só aumentou quando ela me disse que nem tinha estetoscópio para medir minha pressão Abismado. Mediu apenas a pressão sistólica, que estava "por volta" de 140. De qualquer forma, receitou-me uma medicação para minimizar a dor de cabeça e a azia, e me pediu para procurar um cardiologista.

Depois de tomar a medicação e melhorar da dor, a enfermeira me devolve o prontuário e pede que eu procure a médica novamente para "receber alta".

Como ela estava atendendo outro paciente, comecei a ler o prontuário enquanto esperava.

No documento, a médica anotou coisas que sequer tinha verificado: dilatação de pupilas, batimentos cardíacos (lembram-se que eu falei que ela estava sem o estetoscópio? como ia conseguir auscultar meu coração sem ele?), exame neurológico OK (até parece que houve), dilatação de abdômen normal (só se viu em outra pessoa), entre um monte de outras coisas absurdas.

Como base nestas informações "supostas", eles cobram os planos de saúde que só encarecem e, o pior de tudo, nos medicam. Além de eu esperar mais de 1 hora, sou submetida a um exame fictício e virtual. Realmente, não se fazem mais médicos como antigamente.


Escrito por Andrea SR às 12h30
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Sexta-feira , 22 de Janeiro de 2010

Etiqueta no Trabalho

Tem coisas que realmente me tiram do sério. E o pior, é que as pessoas não conseguem perceber quando estão cruzando a perigosa linha entre a integridade física e o meu baixo nível de tolerância.

Por isso, vou listar os fatos que SEMPRE me fazem crer que serial killers foram motivados por suas vítimas para cometer seus crimes.

 

a)      Quando estou tomando meu café da manhã eu quero fazê-lo em paz e silêncio, primeiro porque –geralmente –esta hora eu ainda nem acordei direito.
Esta, definitivamente, não é uma boa hora para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

b)      Quando eu me despeço de alguém com “Tchau, até amanhã”, eu realmente estou indo embora.
Não é hora para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

c)       Quando eu me levanto para ir ao toalete, eu realmente estou precisando de uns minutinhos para resolver questões fisiológicas particulares.
E isso não é uma “deixa” para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

d)      Quando informo a todos que vou almoçar, o faço porque após horas de trabalho incessante e desgastante, tenho fome e preciso repor energias antes que meu cérebro solicite ao sistema neurológico que se desligue a fim de poupar energia para manter vivos os órgãos vitais.
Isso não é um convite para alguém se oferecer para ir junto para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

e)      Quando estou apertando meus dedos contra as teclas do teclado e olhando fixamente a tela do computador, é porque estou realmente ocupada com algo.
E isso não é um momento lúdico onde eu esteja matando tempo, e isso não é o momento oportuno para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

f)       Quando estou com a cabeça baixada e os olhos fixos em uma folha de papel, eu realmente estou concentrada na leitura de algo.
O que não é uma oportunidade que alguém sente-se na cadeira à frente de minha mesa, sem pedir licença, para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

g)      Quando estou andando com passos acelerados de um lugar a outro, eu realmente estou com pressa para resolver alguma coisa muito importante.
Descaracterizando ser esta uma chance para alguém me parar no meio do corredor, reduzindo meu ritmo para perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

 

h)      Quando, diante de um questionamento, eu respondo sempre educadamente que “... Agora não dá porque eu tenho uma coisa urgente e mais importante para fazer...”, eu realmente estou ocupada com uma prioridade maior que a que me foi apresentada.
O que deixa de ser uma ocasião para o espertinho perguntar se algo já foi feito, para solicitar algo a ser feito, reclamar de alguma coisa ou tirar uma dúvida.

 

Manter a harmonia dentro de um ambiente de trabalho é algo simples. Basta que as pessoas respeitem algumas poucas regras de etiqueta e sejam menos “sem noção”....


Escrito por Andrea SR às 14h02
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