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Web 2.0: Software Livre e De graça

A Web 2.0 está se tornando uma realidade da qual não podemos ficar de fora.

O grande segredo para essa onda dar certo é que teremos à nossa disposição infinidades de softwares e serviços de código aberto onde não é exigido o pagamento de licenças de uso e nem é necessário instalar nada no seu computador. Todo o acesso é online.

Até a própria Microsoft que sempre foi contra o Software livre está se rendendo à própria com o seu OpenOffice.

Eu comecei a explorar a Web 2.0 através de um software super prático chamado NetVibes, que ajuda na organização de notícias, links, blogs, e-mails, etc. e coloca tudo numa única tela. Chega de ficar pulado de "site-em-site" atrás de notícias e novidades.

Vale a pena conferir: http://www.netvibes.com 



Escrito por Andrea SR às 14h07
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O Palácio do Planalto muda-se para South Park

Até que enfim, uma coisa legal veio do Planalto Central.

No site da Presidência da República Federativa do Brasil foram incluídas as fotos de todos os Presidentes Brasileiros a lá South Park. Até que ficaram "FOFOS".

Diante de tanta safadeza, enfim, uma dose de suavidade! (um tanto de-mode, mas Che Guevara já dizia: Hay que endurecerse sin perder la ternura jamás!)

Confira: http://www.presidencia.gov.br/criancas/presidentes_brasil/



Escrito por Andrea SR às 08h13
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O Tiro pode sair pela culatra

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) trabalha atualmente em um projeto que objetiva melhorar o gerenciamento do caótico trânsito da cidade de São Paulo.

O projeto consiste no monitoramento do trânsito da metrópole paulista através de chips RFID (radio frequency identification data) a serem instalados nos veículos com placas do Estado de SP, e rastreados por milhares de antenas que deverão ser instaladas em pontos estratégicos da Capital.

A idéia a princípio parece boa, mas todo brasileiro sabe que por trás de uma boa ação tem sempre uma cobrança a mais.

A CET alega que os benefícios são maiores do que os efeitos colaterais, e afirma que uma política de privacidade impedirá o repasse dos dados à iniciativas privadas ou órgãos públicos sem autorização judicial.

Dentre as vantagens estaria um melhor controle de tráfego, indicação de rotas de fuga em caso de congestionamentos, melhor controle sobre o transporte de produtos perigosos, e um conhecimento mais apurado sobre a circulação de veículos e corredores mais usados.

Porém, claro, teria maior controle e facilidade na aplicação de multas aos veículos que furassem o rodízio municipal, transitassem em velocidade acima do permitido, isso sem falar na facilidade de se implementar o temido "pedágio" urbano - onde os veículos teriam que pagar uma taxa para transitar por determinadas vias em determinados horários - item fortemente defendido pelo atual presidente da instituição.

A polêmica em torno do novo sistema já está se instalando, principalmente porque grupos e ONGs em defesa da privacidade do cidadão já estão se manifestando.

Uma vez instalado no veículo, os computadores da CET conhecerão com precisão a localização do carro (e por conseguinte, de seu condutor). É o Big Brother saindo da telinha da Globo e voltando-se para a vida real do cidadão comum.

Outro ponto defendido pela CET seria a facilidade na localização de veículos roubados, uma vez que o trajeto deste poderia ser facilmente identificado. Só que hoje, quando um veículo é roubado através da rendição do motorista, geralmente o ladrão leva o carro mas deixa a vítima (caso o objetivo do roubo seja, realmente, o carro).

Com a implantação do sistema, o risco para a vítima se potencializaria, uma vez que para escapar ileso dos "olheiros" urbanos, o bandido teria que levar a vítima consigo para que essa não acione a polícia. Somente após deixar o alcance das antenas delatoras, o bandido se sentiria seguro em abandonar a vítima e fugir. Até aí, o sofrimento do cidadão comum nesta insegura São Paulo, já estaria instalado.

Afinal, como tudo na vida, a tecnologia também tem dois lados.

De qualquer forma, a receita básica para melhorar o trânsito é o investimento em transporte coletivo extensivo e de qualidade. Quem precisa se locomover para fora dos trechos atendidos pelas linhas de metrô fica, literalmente, a pé.

Para ler a íntegra da reportagem, acesse o link http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2006/08/18/ult2870u91.jhtm



Escrito por Andrea SR às 17h21
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